quinta-feira, 30 de setembro de 2010


Estou cansada!
Mais um dia que passa...dando lugar à serenidade de mais uma noite que aguarda sombria e doce.

Finalmente o dia chegou ao fim. E amanhã um novo dia, um novo céu, uma nova luta, mais um recomeço...
Hoje sinto em mim o peso de mais uma missão cumprida.

Estou feliz no meu cansaço.

Boa noite!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010


ultimamente tenho visto algumas no mundo à minha frente. Gosto!

talvez apenas escreva enquanto houver ilusão... quem sabe...


um não sei onde
movido por qualquer coisa.
impele.
não sinto,
não quero,
não ouso.
Silêncio...
e eis-me aqui!
só não quero perder-me...

E por dentro travam-se batalhas...duras e frias!
e de novo a ceifa...
Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.

Friedrich Nietzsche


Apreciei! :)
As mulheres podem tornar-se facilmente amigas de um homem; mas, para manter essa amizade, torna-se indispensável o concurso de uma pequena antipatia física.

Friedrich Nietzsche

A mais pura verdade! lol

Coração ao largo...

sábado, 25 de setembro de 2010


Deixe de ser quem era, e transforme-se em quem é.

Paulo Coelho




Sempre existe no mundo uma pessoa que espera a outra.
E quando essas pessoas se encontram e seus olhos se cruzam,
todo o passado e todo o futuro perdem qualquer importância e só existe aquele momento.

Paulo Coelho


O medo de sofrer é pior que o próprio sofrimento, e nenhum coração jamais sofreu quando foi em busca do seu sonho.

Paulo Coelho




Os dois testes mais duros no caminho espiritual são a paciência para esperar o momento certo e a coragem de não nos decepcionarmos com o que encontramos.

Paulo Coelho



quinta-feira, 23 de setembro de 2010


Às flores do meu jardim :)




Boa noite! :)




quarta-feira, 22 de setembro de 2010




A vida mais doce é não pensar em nada.



Friedrich Nietzsche
 

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

cada um tem a sua forma de amar


e a sua forma de ver o outro.

De julgá-lo porque o seu amor não é sentido da mesma forma que o nosso - nós amamos sempre muuuuito mais!
Somos sempre nós quem damos mais numa relação (e não é? rsrsrs)
Nós estamos sempre mais atentos ao outro que o outro a nós (pois, claro! por acaso vemos com os olhos do outro?)
Temos sempre mais paciência (se assim não for, paciência!).
Cedemos mais vezes (não será porque nos custa ceder, então parece serem mais as vezes?).
Somos sempre e constantemente muito mais compreensivos (o outro nunca compreende! É iletrado de entendimento...).
Cada um é sempre o mais generoso (ainda que só tenhamos olhos para o nosso próprio umbigo, Ah, pois! Partilhamos com o umbigo que só por acaso até é nosso...)

... and so on                           and so on...                     and so on...



Será que ainda não entenderam que quem ama não aponta dedos? Não se compara com o outro como se ambos estivessem num campo de batalha a medir forças!

Quem ama não mede!
Não sente medo!
Quem ama vê o melhor do outro (sempre).
Quem ama dá sinais!

Quem ama dá-se simplesmente!

:)

a quem me visita... obrigada :)


É muito bom saber que cada um de vocês se sente bem aqui.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

domingo, 5 de setembro de 2010

quarta-feira, 1 de setembro de 2010


que parar!
Parar para pensar, parar para sentir
Sentir o outro para entender.

É maravilhoso quando conhecemos pessoas especiais...e são tantas as que por nós se cruzam! Basta mantermos os olhos bem abertos e os sentidos em alerta. Estou grata :)

porto


Cheguei um dia

Sem Norte nem paz
À procura de conforto
De um abraço forte
(Daquele que me deste)

E vivi, sentindo-nos um ao outro
De dentro de cada um de nós.

Vivo mais forte, mais convicta, mais “eu”

Estou quase pronta para a nova partida…embora triste.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

pois, sim!


"Custa tanto saber o que se sente quando reparamos em nós!... Mesmo viver sabe a custar tanto quando se dá por isso... Falai, portanto, sem reparardes que existis..."

Fernando Pessoa


Começo a apreciar o sujeito. A maturidade tem destes efeitos em nós. O que ontem não nos disse nada, hoje a mesma frase pode ter um profundo significado.
Realmente gosto da vida e das mudanças que a acompanham!
 

identifico-me...


"Não tenho ambições nem desejos.
ser poeta não é uma ambição minha.
É a minha maneira de estar sozinho"

Fernando Pessoa

receber-te aqui


vontade de voltar. Aqui!
porquê? apenas porque me deu vontade.
e volto as costas
e volto aqui!
pela saudade.
sem perguntas
sem porquês tardios...
volto,
apenas porque deu vontade!

espelho meu...


dizem-me sensível.
idealista
terna...
às vezes como se fossem defeitos.
outras como maiores virtudes...
Sei quem sou e gosto de mim
Apenas assumo o que sinto e esforço-me por sentir conforto cá dentro.
Há algo de mal por querer sentir o melhor?

sentes.

Sentes muito bem quem sou
Em cada poro...

e se eu hoje tivesse flores...

sábado, 21 de agosto de 2010

recordando...



Como esta música ecoou no meu coração há cerca de dois anos atrás!
Sim! Esta é a "tal", aquela que ainda me faz arrepiar...

apeteceu-me recordar...


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

deixei para trás...

...
memórias
sensações
lembranças
sorrisos
lágrimas
canções
passos
sussurros
toques
letras
emoções
brilho

e continuo o caminho construindo SONHOS

de coração vazio


E quanto mais aperto mais tu escorregas entre os meus dedos...

terça-feira, 10 de agosto de 2010

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Preciso de FÉEEEEEEERIAS e


make my dreams come true... :)


terça-feira, 20 de julho de 2010


Hoje estou assim.

Tenho andado assim.

Sem vontade de novidades. Sem desejo dos mergulhos em mim…

Não estou triste.
Estou em guarda.
Na espera. Numa espera mansa, quase inútil.

Será que a semente germinará um dia?

Vaga, no Azul Amplo Solta





Vaga, no azul amplo solta,
Vai uma nuvem errando.
O meu passado não volta.
Não é o que estou chorando.


O que choro é diferente.
Entra mais na alma da alma.
Mas como, no céu sem gente,
A nuvem flutua calma.

E isto lembra uma tristeza
E a lembrança é que entristece,
Dou à saudade a riqueza
De emoção que a hora tece.


Mas, em verdade, o que chora
Na minha amarga ansiedade
Mais alto que a nuvem mora,
Está para além da saudade.

Não sei o que é nem consinto
À alma que o saiba bem.
Visto da dor com que minto
Dor que a minha alma tem.

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

Deus é Triste

Deus é triste.
Domingo descobri que Deus é triste
pela semana afora e além do tempo.
A solidão de Deus é incomparável.


Deus não está diante de Deus.
Está sempre em si mesmo e cobre tudo
tristinfinitamente.

A tristeza de Deus é como Deus: eterna.
Deus criou triste.
Outra fonte não tem a tristeza do homem.


Carlos Drummond de Andrade, in 'As Impurezas do Branco'

Contemplo o que não Vejo




Contemplo o que não vejo.
É tarde, é quase escuro.
E quanto em mim desejo
Está parado ante o muro.
Por cima o céu é grande;
Sinto árvores além;
Embora o vento abrande,
Há folhas em vaivém.

Tudo é do outro lado,
No que há e no que penso.
Nem há ramo agitado
Que o céu não seja imenso.

Confunde-se o que existe
Com o que durmo e sou.
Não sinto, não sou triste.
Mas triste é o que estou.


Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

quarta-feira, 7 de julho de 2010


"A vida só pode ser entendida olhando-se para trás.
Mas só pode ser vivida olhando-se para frente".

Kierkegaard

"Não acrescentes dias à tua vida, mas vida aos teus dias"

Harry Benjamim

terça-feira, 6 de julho de 2010

segunda-feira, 5 de julho de 2010

fado falado.

Fado Triste
Fado negro das vielas
Onde a noite quando passa
Leva mais tempo a passar
Ouve-se a voz
Voz inspirada de uma raça
Que mundo em fora nos levou
Pelo azul do mar
Se o fado se canta e chora
Também se pode falar


Mãos doloridas na guitarra
que desgarra dor bizarra
Mãos insofridas, mãos plangentes
Mãos frementes e impacientes
Mãos desoladas e sombrias
Desgraçadas, doentias
Quando à traição, ciume e morte
E um coração a bater forte
Uma história bem singela
Bairo antigo, uma viela
Um marinheiro gingão
E a Emília cigarreira
Que ainda tinha mais virtude
Que a própria Rosa Maria
Em dia de procissão
Da Senhora da Saúde

Os beijos que ele lhe dava
Trazia-os ele de longe
Trazia-os ele do mar
Eram bravios e salgados
E ao regressar à tardinha
O mulherio tagarela
De todo o bairro de Alfama
Cochichava em segredinho
Que os sapatos dele e dela
Dormiam muito juntinhos
Debaixo da mesma cama

Pela janela da Emília
Entrava a lua
E a guitarra
À esquina de uma rua gemia,
Dolente a soluçar.
E lá em casa:
Mãos amorosas na guitarra
Que desgarra dor bizarra
Mãos frementes de desejo
Impacientes como um beijo
Mãos de fado, de pecado
A guitarra a afagar
Como um corpo de mulher
Para o despir e para o beijar


Mas um dia,
Mas um dia santo Deus, ele não veio
Ela espera olhando a lua, meu Deus
Que sofrer aquele
O luar bate nas casas
O luar bate na rua
Mas não marca a sombra dele
Procurou como doida
E ao voltar da esquina
Viu ele acompanhado
Com outra ao lado, de braço dado
Gingão, feliz, levião
Um ar fadista e bizarro
Um cravo atrás da orelha
E preso à boca vermelha
O que resta de um cigarro

Lume e cinza na viela,
Ela vê, que homem aquele
O lume no peito dela
A cinza no olhar dele
E o ciume chegou como lume
Queimou, o seu peito a sangrar
Foi como vento que veio
Labareda atear, a fogueira aumentar
Foi a visão infernal
A imagem do mal que no bairro surgiu
Foi o amor que jurou
Que jurou e mentiu
Correm vertigens num grito
Direito ou maldito que há-de perder
Puxa a navalha, canalha
Não há quem te valha
Tu tens de morrer

Há alarido na viela
Que mulher aquela
Que paixão a sua
E cai um corpo sangrando
Nas pedras da rua
Mãos carinhosas, generosas
Que não conhecem o rancor
Mãos que o fado compreendem
e entendem sua dor
Mãos que não mentem
Quando sentem
Outras mãos para acarinhar

Mãos que brigam, que castigam
Mas que sabem perdoar
E pouco a pouco o amor regressou
Como lume queimou
Essas bocas febris
Foi um amor que voltou
E a desgraça trocou
Para ser mais feliz
Foi uma luz renascida
Um sonho, uma vida
De novo a surgir
Foi um amor que voltou
Que voltou a sorrir

Há gargalhadas no ar
E o sol a vibrar
Tem gritos de cor
Há alegria na viela
E em cada janela
Renasce uma flor
Veio o perdão e depois
Felizes os dois
Lá vão lado a lado

E digam lá se pode ou não
Falar-se o fado.

Aníbal Nazaré e Nelson de Barros

conheço-te.

Sei de ti…

Quantas vezes percorremos juntos
O mesmo caminho à procura da lua.
De mãos entrelaçadas
Com o espírito alegre
Rodeados pelo céu repleto de estrelas.

Sim, sei de ti!

sábado, 26 de junho de 2010


Tive pelo menos o privilégio de sentir. De experimentar sensações nunca antes sentidas e de mergulhar nelas sem medo.



As decisões às vezes não são fáceis mesmo sabendo que são melhores… A vida é assim mesmo, por vezes traçamos caminhos e nele passeamos esvoaçando alegres e alheios à realidade… mas é certo que ao seu devido tempo a realidade surge. Não cruel, não atroz, apenas surge.


Resta caminhar de rosto alegre pelo que se viveu e na esperança e expectativa de dias ainda mais felizes com mergulhos ainda mais profundos, porque afinal e ao que parece o ciclo repete-se… Bem, pelo menos assim espero :)

domingo, 13 de junho de 2010

Leva contigo o aroma...
É sempre tão mais fácil chegar...
Mas sem a despedida não haveria o encontro...

terça-feira, 8 de junho de 2010

É melhor acender uma vela que amaldiçoar a escuridão.
Confúcio

quarta-feira, 2 de junho de 2010


Tudo o que nos ata, não nos deve prender...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

próximas paragens


Gerês



um refúgio

 Castelo de Melgaço


Quinta de Santo António

os nossos recantos

Restaurante Apeadeiro - Sintra


Colares - Sintra


Azenhas do mar - Sintra

 
Centro - Sintra


Quinta da Regaleira - Sintra


 
Hotel Arribas - Sintra

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